segunda-feira, 11 de maio de 2009

No Ordinary Love

O tempo corre e sustenho a respiração até à tua chegada.
Anseio por respirar o teu ar, tocar o teu semblante e juntar os teus lábios aos meus.
Percorri o deserto mais árido à procura do oásis que é o teu coração.
Sou ser solitário desprovido de rumo sem ti.
Saltimbanco da vida, menestrel de centenas de canções e sinfonias de amor. Ansioso por contar a minha longa história de paixão.
Farei do nosso amor a mais bela historia de amor. Com sonhos e palavras construirei o nosso templo.
O tempo corre e sem a tua chegada rogo aos Deuses por uma golfada do teu ar.
Desejo o teu ar meu amor, corre em meu auxilio, concede-me o sopro de vida.
Sem ti não quero viver, por isso não respiro.
Dependência sublime, a do teu ser.
Abandono o meu ser para ser teu livremente.
Percorre as minhas veias parte de ti, estou completamente viciado na essencial e divina substância que me permite existir, o teu amor.
Aguardo o teu beijo de vida, o teu oxigénio.
O tempo corre, urge, escoa por entre os dedos como se finos grãos da mais pura areia se tratasse.
A vida sem ti não faz sentido e sufoco sem a tua essência.
Vem depressa meu Anjo salvador, abençoa-me com o teu sopro de vida renovador.
Só com o teu ar a impregnar os pulmões poderá este teu humilde menestrel espalhar as novas de tão enorme amor e sublimar a tua beleza.
Amo-te com a minha própria vida.
Musa inspiradora do meu ser.

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